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Dom Expedito Lopes

Estudantes têm dificuldades para ir a aulas presencias em Picos sem auxílio-transporte

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Estudantes do ensino superior público que moram no município de Dom Expedito Lopes, a 245 km de Teresina, enfrentam dificuldades para ir à aulas presenciais em Picos e pedem a retomada do pagamento de um auxílio-transporte, suspenso durante a pandemia.

Até o ano de 2019, alunos das universidades Estadual e Federal do Piauí (UESPI e UFPI) e do Instituto Federal do estado (IFPI) poderiam receber um auxílio que garante o pagamento de 50% da tarifa a ser paga pelo deslocamento diário. Em 2020 e 2021, em virtude das aulas remotas, o pagamento foi cortado.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação (Semec) de Dom Expedito Lopes informou que não mantém parceria com o Governo do Piauí para transporte escolar e, por isso, não recebeu repasse financeiro.

A secretaria do município destacou que tentou diversas vezes retomar a parceria. Mas, até o momento, não obteve resposta efetiva. E pontuou que não há previsão legal para arcar de forma integral com as despesas relacionadas ao transporte.

Procurada, a Secretaria do Estado da Educação (Seduc) do Piauí informou que, desde fevereiro de 2022, busca parceria com o município de Dom Expedito Lopes. O intuito é executar o Programa Estadual de Transporte Escolar (Proete).

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Estudantes enfrentam problemas com aulas presencias no Sul do Piauí após ter auxílio-transporte suspenso: 'deixaram de mãos atadas' — Foto: Reprodução/TV Clube
Estudantes enfrentam problemas com aulas presencias no Sul do Piauí após ter auxílio-transporte suspenso: ‘deixaram de mãos atadas’ — Foto: Reprodução/TV Clube

Conforme a Seduc, a Semec manifestou interesse, mas ainda não enviou a documentação necessária para formalizar o acordo.

Em vídeo, o estudante do IFPI, Daniel Lima, ressaltou que pagar o valor integral da passagem têm sido um desafio, sobretudo para pessoas de baixa renda.

“Deixaram nós (sic) de mãos atadas no dia de pagar, estamos tendo que tirar do próprio bolso a parte que a Prefeitura iria pagar, e não sabemos o que realmente vamos fazer. Estamos atrás do nosso direito e queríamos uma resposta plausível sobre isso”, completou.

Fonte: G1 Piauí

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