POLÍCIA

Após supostas ameaças de facção criminosa, polícia deflagra operação em Timon

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Um áudio divulgado pelo Whatsapp tem gerado repercussão entre a população de Timon, município vizinho de Teresina. Nele, um suposto criminoso determina que entregadores e motoristas de aplicativo tomem cuidado ao transitarem pela região da Rua 100, uma das áreas de atuação da facção. Em resposta, a Polícia Militar de Timon informou que irá deflagrar uma operação para coibir a atuação dessas organizações criminosas e reforçou o policiamento no município até o próximo domingo (03).

O áudio teria sido divulgado após a morte do enteado do líder da facção criminosa Bonde dos 40, ocorrido na madrugada de ontem (30). Além dele, outro homem, que também seria integrante da facção, foi assassinado a tiros dentro de casa.

“Motorista de uber, de carro, baixe os vidros, é uma indicação de um parceiro lá em Timon. O negócio lá vai ficar tesnso e não é brincadeira. “Quem pegar entrega pra Timon, quem for entrar na rua 100, tira o capacete, se topar com gente nas esquinas, desdobra, pede informação e mostra que é piloto e entregador de aplicativo, apenas isso, para evitar problemas maiores. Motorista de uber, de carro, baixe os vidros, é uma indicação de um parceiro lá em Timon. O negócio lá vai ficar tenso e não é brincadeira [sic]”, diz.

De acordo com o comandante do 11º BPM de Timon, tenente-coronel Senilson Lima, a morte dos dois homens teria sido motivada por uma disputa entre facções que atuam na cidade. Para evitar novos crimes, a PM solicitou apoio dos batalhões da cidade de Caxias e Coelho Neto.

“A gente sempre espera algum tipo de retaliação após crimes dessa natureza. Rolaram alguns áudios que causaram essa histeria coletiva e a gente está desencadeando, por determinação do comandante geral e do secretário de Segurança, uma grande operação em toda cidade, para que a gente possa trazer essa tranquilidade e essa sensação de segurança para a população”, Coronel Senilson Lima, Comandante do 11ºBPM de Timon

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O comandante pede ainda que os moradores não compartilhem os áudios que são atribuídos à facção criminosa. Ainda segundo ele, a Polícia Civil está investigando quem seria o responsável pelas mensagens.

“Já temos algumas informações, mas estão com a Polícia Civil, que é a quem compete essa parte investigativa. Peço que as pessoas não divulguem esse áudio porque só faz passar essa histeria coletiva adiante”, finaliza.

Fonte: Portal O Dia / Foto: Divulgação/PMMA

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