Ciro Nogueira confirma que pode disputar a presidência do Senado
Publicado por: Francieldo Araújo | Data: 19/10/18

Ciro Nogueira confirma que pode disputar a presidência do Senado

O senador piauiense Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, confirmou ao GP1, nesta quinta-feira (18), que o seu nome está cotado para concorrer à presidência do Senado Federal. A eleição só ocorre no início da próxima legislatura, em fevereiro de 2019.

“Um dos nomes cotados sou eu, mas não tem nada certo não”, afirmou o parlamentar que foi reeleito nas últimas eleições para mais 8 anos de mandato. O atual presidente é o senador Eunício Oliveira que não conseguiu se reeleger.

Ciro disse vai ser buscado um consenso entre os senadores: “Senado não tem isso de candidatura, a gente vai tentar construir um consenso, mas é um dos nomes que está sendo discutido”, declarou.

Atribuições do presidente do Senado Federal

É o responsável por pautar os projetos que serão votados no plenário da Casa; Segundo na linha sucessória da Presidência da República (porque o país está sem vice-presidente), assume interinamente o Palácio do Planalto nas ausências do presidente Michel Temer e do presidente da Câmara; e Presidente do Congresso Nacional, é o responsável por pautar as sessões conjuntas do Legislativo, formadas por deputados e senadores.

Fonte: GP1

sobre o autor

DEIXE UM COMENTÁRIO


POSTS RELACIONADOS

POLÍTICA

Themístocles, Marcelo, Pablo e Santana devem indicar cargos no governo

O presidente estadual do MDB, senador Marcelo Castro, deverá se reunir com o governador Wellington Dias (PT) na quarta-feira (24). O partido é a maior bancada na Assembleia Legislativa do

POLÍTICA

Eleição no PT | Assis desafia Dudu a conseguir apoio no interior do estado

Apesar de não apresentar resistência à candidatura do vereador Edilberto Borges, o Dudu, para presidência do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores, o atual líder da sigla no Piauí, deputado

POLÍTICA

PT contrata pesquisa para tentar mapear “antipetismo”

Assustado com os altos índices de rejeição a candidatos do partido nas eleições deste ano, especialmente em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o Partido dos Trabalhadores (PT)